A Cabana

A Cabana, de William P. Young

Acabei de ler A Cabana, de William P. Young. Estava na Estação São Paulo do Caminho da Graça há umas duas semanas e ouvi um rapaz recomendar o livro a uma família. Fiquei interessado na conversa e resolvi lê-lo. Antes procurei pelo Google e Youtube algumas referências da obra e do autor e fiquei um pouco mais intrigado por seu conteúdo.

Um livro que prende a atenção já no início e, no decorrer da história, vai gerando alguns certos desconfortos, principalmente para aqueles “criados em igreja”. Com este perfil, logo percebi que era o típico purismo tradicional que vinha me incomodar. Mas não posso negar, incomodava mesmo. Minha própria mente ficava questionando as faces fornecidas pelo autor para a Trindade e, mais que isso, palavras, jeitos, senso de humor, vestimentas e até o gênero sexual que os três-em-um possuíam.

Enfim, queria saber qual era a proposta. Já havia lido tanto conteúdo que não gostei que mais um livro não faria diferença, afinal, o lema é reter o que é bom. E foi o que resolvi fazer. Quando ainda lia os primeiros capítulos recebi uma atualização no RSS do Caio Fábio e, coincidentemente, ele respondia a uma carta que solicitava sua opinião sobre o livro. Apesar de não tê-lo lido, fez comentários pertinentes e me ajudou a aliviar o bloqueio que criei.

Continuei a leitura e percebi seu propósito: mostrar ao mundo que Deus é Deus presente, que fomos feitos à Sua imagem e semelhança, que ele se alegra, se entristece e se importa com a vida de Seus filhos. Que, apesar das desgraças deste mundo, a Sua graça sempre é superabundante. Evangelístico.

A Cabana
William P. Young
ISBN: 9788599296363
240 páginas
R$ 14,50 no Submarino (em 13/02/2009)

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